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Processo

Iterações, modelos, pesquisa

Processo

1. Protótipo(s)

Fotografias em estúdio com fundo branco do(s) protótipo(s) final(is).

2. Processo de Prototipagem

Maquinação CNC, montagem, acabamentos pontuais.

3. Protótipos Exploratórios

Testes CNC prévios, ensaios em escala, experiências de juntas/encaixes.

4. Modelos 3D

https://a360.co/3SdzOWs

5. Outros Modelos

Modelos físicos exploratórios, em cartão, espuma, madeira de teste. Pequeno teste feito em Kapa-Line para explorar os encaixes e as suas dimensões.

6. Esboços e Pranchas-Resumo

Nestes esboços e Pranchas-Resumo comecei a esboçar e idealizar as casas, formatos e dimensões, para além disso comecei a tentar perceber como é que poderia ter os encaixes de modo a que o módulo da pera conseguisse encaixar na maça. Para além disso, comecei também a pensar como iria adicionar o chão/piso às paredes da casa. Debati também esta ideia em aula com o professor para obter ajuda nos encaixes. Por fim, escolhi duas frutas que fossem as mais fáceis de serem reconhecidas por crianças e comecei a explorar as suas dimensões. Inicialmente pensei em ter uma base para cada casa mas após explorar isso nos desenhos apercebi-me que iria estar a adicionar barulho visual às casas que não era necessário.

7. Pesquisa

7.1. Aspectos valorizados do moodboard, desconstrução da forma (o que distingue o programa formal)

Após criar o moodboard, comecei a desenhar oque mais gostei das referências que neste caso, foi o formato das frutas e como elas poderiam ser casinhas modelares. Gostei também da forma como assim poderiam tornar-se uma memória mais marcante para as crianças por ser algo fora do comum.

7.2. Objetos de referencia

Gostei de todas estas referências tanto para a questão mais técnica de encaixes, como é o caso dos Tazoos que serviram como base par pensar nos encaixes, como as casinhas da moranguinho e a referência de uma paragem de autocarro, por ambas serem coisas que ficam na memória e são facilmente relembraveis.

9. Outros Elementos

Motivação pós pesquisa para o trabalho. Vivemos numa época em que a maior parte dos brinquedos são fabricados em plástico, e que por sua vez, mesmo os de maior qualidade acabam por ter um aspecto mais impessoal, e até através da utilização e passagem do tempo adquirirem tons mais amarelados e até mesmo ser notável a degradação desse mesmo material tornando-se peganhento. O plástico por si só também pode ser visto como um símbolo da modernidade, do século XX e aliado às novas tecnologias digitais com os seus ecrãs. Com isto em conta a escolha da madeira surge como uma tentativa de um regresso às origens e às brincadeiras de faz de conta mais antigas, à qualidade dos materiais e duração e longevidade dos mesmos, como os que ainda restam de pais ou irmãos mais velhos comprados nos anos 80 e que perduram até aos nossos dias.